QUEM É O HOMEM?

Conhecei bem a Imagem Verdadeira do homem: o homem é Espírito, é Vida, é Imortalidade.
Deus é a Fonte Luminosa do homem e o homem é luz emanada de Deus. Não existe fonte luminosa sem luz, nem existe luz sem fonte luminosa. Assim como luz e fonte luminosa são um só corpo, Deus e homem são um só corpo.
Porque Deus é Espírito, o homem também é Espírito. Porque Deus é Amor, o homem também é Amor. Porque Deus é Sabedoria, o homem também é Sabedoria.
O Espírito não é peculiar à matéria, o Amor não é peculiar à matéria, a Sabedoria não é peculiar à matéria.
Portanto, o homem, que é Espírito, que é Amor, que é Sabedoria, nada tem a ver com a matéria.

(Trecho da "Sutra Sagrada Chuva de Néctar da Verdade", revelada ao Prof. Masaharu Taniguchi).

sexta-feira, março 09, 2012

REALIDADE E CRENÇAS


Cada indivíduo experimenta uma realidade de vida que é única, diferente de qualquer outra pessoa. A realidade pessoal brota como uma nascente de águas das profundezas do subsolo de uma mente traduzida em pensamentos, sentimentos, expectativas e crenças. 
Efetivamente, a nossa experiência de vida é essencialmente determinada pelas expectativas conformadas no molde das nossas crenças. As nossas ideias pessoais acerca de nós próprios e do que nos cerca moldam os nossos pensamentos e emoções. As nossas crenças sobre a realidade que observamos e interpretamos se constituem em verdade que, geralmente, não é sequer questionada. Portanto, é válida a afirmação: “nós somos o que acreditamos”. As nossas crenças são auto-explicativas, se firmam na nossa mente como se fossem evidências objetivas, fatos comprovados, demasiado óbvios, que dispensam qualquer exame detalhado.       
O problema é que a aceitação de muitas crenças é feita sem qualquer questionamento. Elas não são reconhecidas como crenças acerca da realidade, mas confundidas com características da própria realidade. Não nos ocorre especular sobre a sua validade. São assumidas como realidades invisíveis, porém passam a colorir e até a formar a nossa experiência pessoal.
É muito simples reconhecermos as nossas crenças ideológicas, sejam religiosas, políticas, culturais e similares. Mais difícil é fazermos um exame preciso sobre as nossas crenças mais profundas sobre nós mesmos, quem acreditamos ser – particularmente, sobre o real propósito da nossa vida.  
Muitas pessoas são completamente cegas acerca das crenças que mantêm inconscientemente sobre si próprias e a natureza da sua realidade. Os pensamentos conscientes nos dão excelentes pistas sobre elas; por vezes, nos deparamos com a recusa de aceitar certos pensamentos ou sugestões que sobrevêm subitamente à nossa mente só porque colidem com ideias e crenças internas que foram já repetidamente aprovadas e firmemente arquivadas no passado.
A realidade inteligente apreendida pela mente consciente, por vezes, é bloqueada e distorcida por ideias pré-concebidas. Assim, as memórias arquivadas no subconsciente sob a forma de crenças consideradas inquestionáveis se tornam responsáveis pelas nossas dificuldades e problemas pessoais, por sua vez, sendo esses registros subconscientes realizados de modo automático e misterioso a partir da interpretação de eventos precedentes, quase sempre por um processo emocional e não racional.
Assim, há pessoas que equivocadamente também são levadas a acreditar que a mente consciente é relativamente sem poder e que a experiência adulta já foi condicionada na infância. Estas pessoas aprenderam que elas não podem ter acesso ao material “subconsciente” de modo a limpá-lo ou modificá-lo. Pensam que as portas do seu interior estão seladas e que só por meio de um trabalho longo e caro de psicanálise podem abri-las. Por isso, a maioria das pessoas acha que é melhor deixar essas áreas do subconsciente intocadas e ficam divorciadas do núcleo da sua realidade.
As pessoas que não têm acesso a psicanálise normalmente tentam a duras penas inibir as mensagens que provêm do seu ser interior, por medo de expressarem emoções que venham a ser julgadas como infantis. A verdade é que o ser humano pode trabalhar as suas profundezas inconscientes; é possível trazer à tona da mente consciente um número crescente de memórias que foram arquivadas no interior sem esforço.
Continuamente, respiramos, crescemos e desempenhamos múltiplas atividades complexas, quase sem perceber, ou seja, sem o exame atento da nossa mente consciente. Vivemos sem saber conscientemente como mantemos em funcionamento o milagre que é o nosso corpo físico no mundo de espaço-tempo. Átomos e moléculas se organizam e movem para formar células, tecidos, órgãos, aparelhos e sistemas. Também, inconscientemente emitimos átomos e moléculas para transmitir a nossa imagem ao ambiente que nos cerca. Os átomos e moléculas da língua não têm qualquer consciência da sintaxe da linguagem que ela fala. Ainda, muitas vezes, começamos uma frase sem ter uma ideia consciente e precisa como acabará, o seu fluxo sai sem esforço.
Tudo isto ocorre porque as partes internas do nosso ser operam de modo totalmente espontâneo e livre. Estas porções inconscientes do nosso ser funcionam maravilhosamente em ordem, apesar da nossa ignorância sobre a sua natureza e funcionalidade e da forte interferência das nossas crenças. Se acreditarmos que o ser interno trabalha mais contra nós do que a favor, então, contrariamos ou agredimos o seu funcionamento, isto é, procuramos forçá-lo a agir de certo modo para ficar de acordo com as nossas crenças.
A “mente consciente” tende a realizar julgamentos clarividentes sobre a posição do ser humano na realidade física. Por vezes, algumas crenças nocivas impedem que esses julgamentos sejam completados e levados adiante, porque essas ideias limitantes arraigadas do ego periférico ou fenomênico impedem e ensombram uma visão clara da situação.
As nossas crenças são como cercas que nos protegem – crenças positivas – ou limitam – crenças negativas. Para crescer, temos que reconhecer a existência dessas barreiras negativas, pois podemos detectá-las ou simplesmente não tomar consciência de que não somos livres, por que não conseguimos enxergar além delas. As crenças são verdadeiramente fronteiras ou portas de entrada na nossa experiência de vida.
Contudo, há um princípio essencial que destrói as barreiras artificiais da percepção, uma crença regeneradora que rompe automaticamente com quaisquer ideias inibidoras falsas: o nosso EU interior não tem limites. Esta declaração constitui realmente um princípio. Princípios são fatos universais e imutáveis. Eles existem, quer creiamos neles ou não. Aprendemos na escola princípios de química, física, matemática, geologia, etc.; por exemplo, um princípio da química diz que se combinarmos dois átomos de hidrogênio com um átomo de oxigênio obtemos água – sempre e não a maioria das vezes.
Um princípio mental que nos rege é: não há fronteiras ou divisões para o EU interior. Outro princípio é: cada ser humano constrói a sua própria realidade de acordo com as suas crenças; a lei da vida é a lei da crença!
A relação entre leis, crenças e destino é abordada com muita acuidade pelo pensamento iluminador da humanidade traduzido nas mensagens inspiradas e inspiradoras do Professor Masaharu Taniguchi:
Se você não está satisfeito com o seu destino atual, deve refletir, analisando as suas experiências do passado à luz da lei, e ciente de que, seja uma experiência boa ou má, o que a gerou foi a atuação dos seus pensamentos e sentimentos em certos momentos e locais. Mesmo que seja de modo inconsciente, você esteve aplicando sempre em sua vida cotidiana as leis que jamais falham. Se o resultado foi mau, significa que aplicou a lei em prol do mal e, sem dúvida, o seu passado foi um laboratório no qual foi utilizado o poder das leis da mente totalmente imparciais. (Reconstruindo a Vida Humana, pág. 205).
O Dr. Joseph Murphy, no seu livro “O Poder do Subconsciente”, nas páginas 19 e 20, esclarece:
A lei da Vida é a lei da crença. Em curtas palavras, crença pode ser sumariada como um pensamento na mente. Assim como a pessoa pensa, sente e acredita, assim é o estado de sua mente, corpo e circunstâncias.        
Para saber quem realmente eu sou, na minha essência originária, aquilo que pode ser denominado de natureza divina ou Eu Verdadeiro, eu tenho que me ver diretamente separado das crenças que mantenho sobre mim mesmo e a realidade que construí. Devo tomar um tempo de quietude com os olhos fechados, cerrar as portas dos cinco sentidos, serenar a mente e sentir as mensagens silenciosas que vem de mim, ou seja, do meu Eu interior. São impulsos energéticos que vem de dentro para fora.
Ao entregar-se a esta prática de “concentração mental” consciente, cada pessoa deve libertar-se de termos como “meditação”, “oração” ou outro qualquer que possa conduzir a ideias pré-concebidas. O importante é cada um experimentar o convívio íntimo e sereno com o seu próprio ser e a sua vitalidade interior. É importante não questionar nada, não levantar questões como “isto é certo ou errado?”, “será que estou correto?”, “estou sentindo o que deveria sentir?”. Basta tomar tempo e fazer o exercício regularmente. É uma experiência puramente pessoal e não deve submeter-se a critérios definidos por outras pessoas. Não importam padrões, o que importa é sentir-se interiormente.
O exercício de “concentração mental” deve ser agradável. Não existe limite de tempo para a sua prática. Durante a prática, devemos aceitar o que acontece como algo unicamente nosso. Fará com que retornemos a nós próprios, ao que somos verdadeiramente. Sempre que estivermos nervosos, decepcionados ou desmotivados, devemos reservar imediatamente alguns minutos para esse exercício e sentirmos serenamente a vibração energética interna, o sentir interior, e ficaremos centrados com o nosso Eu interior, que nos torna autoconfiantes e seguros.
Se fizermos do exercício de “concentração mental” um hábito, verificaremos que os ritmos internos experimentados fluem de nós em todas as direções para influenciar o ambiente que nos cerca. São correntes eletromagnéticas que irradiarão continuamente através do nosso corpo físico e moldarão a nossa imagem física e o ambiente envolvente. É por isso que o nosso EU interior não tem limites.
Contudo, a esmagadora maioria das pessoas pensa que o seu EU interior termina onde a pele encontra o espaço, que estão limitadas pela sua própria pele. Mas, o ambiente exterior é uma extensão do EU interior. O EU interior formou os objetos do corpo físico, como os olhos, os dedos, etc.
Mesmo a nossa envoltória ambiental ou ambiente externo é a imagem física dos nossos pensamentos, emoções e crenças que se tornam perceptíveis aos nossos cinco sentidos. À medida que os nossos pensamentos, emoções e crenças se movem na tela de espaço-tempo, então, modifica-se também a nossa percepção pessoal das condições físicas ou fenomênicas e podemos até vê-las separadas de nós. Disso nos esclarece o cientista Fritijof Capra no seu livro “Ponto de Mutação” (pág. 75):

A descoberta de que a massa é uma forma de energia teve uma profunda influência em nossa representação da matéria e forçou-nos a modificar nosso conceito de partícula de um modo essencial. Na física moderna, a massa deixou de estar associada a uma substância material; por conseguinte, não se considera que as partículas consistam em qualquer "substância" básica; elas são vistas como feixes de energia. Entretanto, a energia está associada à atividade, a processos, o que implica que a natureza das partículas subatômicas é intrinsecamente dinâmica. Para entender isso melhor, cumpre recordar que essas partículas só podem ser concebidas em termos relativísticos, isto é, em termos de uma estrutura conceituai onde espaço e tempo estão fundidos num continuum quadridimensional. Nessa estrutura, as partículas já não podem ser representadas como pequenas bolas de bilhar ou pequenos grãos de areia. Tais imagens são inadequadas, não só porque representam as partículas como objetos separados, mas também porque são imagens estáticas, tridimensionais. As partículas subatômicas devem ser concebidas como entidades quadridimensionais no espaço-tempo. Suas formas têm que ser entendidas dinamicamente, como formas no espaço e no tempo. As partículas são padrões dinâmicos, padrões de atividade que possuem um aspecto espacial e um aspecto temporal. O aspecto espacial faz com que elas se apresentem como objetos com uma certa massa, o aspecto temporal, como processos que envolvem a energia equivalente. Assim, o ser da matéria e sua atividade não podem ser separados; são apenas aspectos diferentes da mesma realidade espaço-tempo.
 Consideremos o espetacular universo do nosso corpo apenas do ponto vista físico. Nós o percebemos como um objeto sólido, como qualquer outra matéria sólida; porém, à medida que o pesquisamos, torna-se óbvio que existe energia nele, no funcionamento de órgãos, células, moléculas, átomos, elétrons, que se combinam harmoniosamente em forma de matéria visível.
Os átomos do corpo humano vibram. Há neles movimento e atividade constantes. A carne que parece sólida compõe-se de partículas que se movem continuamente e experimentam trocas constantes de energia.
O espaço fora do corpo humano é composto dos mesmos elementos, mas em proporções diferentes. Há um constante intercâmbio físico entre a estrutura do nosso corpo e o espaço fora dele; também, há interações químicas, trocas básicas sem as quais seria impossível a vida tal qual a conhecemos.
Porções físicas, incluindo correntes eletromagnéticas, abandonam o nosso corpo constantemente e interagem com os elementos do espaço que nos circunda. Por exemplo, caro leitor, sabe o que ocorre quando há uma descarga de adrenalina na sua corrente sanguínea num momento de raiva ou pânico, por exemplo? Ela torna você mais concentrado e apto para a ação. Porém, a influência da adrenalina não fica restrita ao seu corpo físico; ela se propaga pelo ar à sua volta, afeta e transforma a sua atmosfera envolvente.
Quaisquer emoções liberam hormônios; também, a respiração libera hormônios através do ar que expiramos. Assim, modificamos o nosso ambiente, tanto física como quimicamente.
Em suma, é uma verdade insofismável que nós somos responsáveis pela nossa própria realidade, até a realidade física que nos afeta. Por isso, a nossa energia que se expressa em pensamentos, sentimentos e emoções é causa determinante da nossa experiência no plano fenomênico ou físico. Uma vez entendido isto, vemos como é importante examinar a natureza das nossas crenças, uma vez que estas condicionam fortemente a maneira como pensamos, sentimos, agimos e reagimos. As nossas emoções e ações seguem as nossas crenças. Não podemos escapar desta conclusão.
Qualquer pensamento ou ideia que aceitamos como verdade torna-se uma crença arquivada no interior da mente. Muitas pessoas até afirmam: “pode não ser verdade, mas eu acredito nisso”. É assim que aceitamos crenças falsas que se tornam limitantes para o nosso crescimento, tais como: a) “a vida é um vale de lágrimas”; b) “o corpo é inferior, porque a natureza carnal é inferior”; c) “não tenho saída, perante circunstâncias que eu não controlo”; d) “não tenho solução porque a minha personalidade e caráter já se formaram na infância, portanto, eu sou vítima do meu passado”; e) “eu estou à mercê do que ocorreu comigo em vidas passadas, em outras reencarnações, por isso, tenho que aceitar os aspectos negativos da minha vida por causa do meu karma”; f) “as pessoas são intrinsecamente más e pecadoras, por isso, devemos sempre cuidar para não sermos prejudicados pelos outros”; g) “só a minha religião é verdadeira e tem a verdade”; h) “a velhice é triste”; i) “ganhar muito dinheiro não é bom; os ricos são mais orgulhosos e menos espirituais do que os pobres”; j) “sempre tenho pouca sorte”; l) “o meu problema de saúde é genético”; m) “eu nunca consigo fazer o que eu quero e planejo”; n) “não sei por que as pessoas não gostam de mim”; o) “o mundo está se tornando cada vez pior”; p) “não adianta dar murro em ponta de faca”; q) “aqui, não adianta propor melhorias, ninguém se importa com nada”; r) “as coisas vão de mal a pior”; s) “amor é coisa para passarinhos”; t) “não se pode confiar no ser humano”; u) “sou velho demais para essas coisas”; v) “para vencer na vida, não importa o que você conhece, mas quem você conhece”; x) “é impossível ser rico e honesto”; y) “para ser rico é preciso explorar alguém”; z) “o trabalho não enriquece ninguém”.
As crenças supracitadas, quer sejam absorvidas pelo convívio social, quer sejam de foro íntimo, são falsas e direcionam para a heterossugestão (pelos outros) ou autossugestão (por nós mesmos) negativa. O mais grave é que o sugestionamento negativo determina uma experiência pessoal de sofrimento. Efetivamente, somos o que pensamos e retemos na mente. É disso que nos falou o sábio rei Salomão: Porque, como imaginou no seu coração, assim é ele” (Provérbios, 23:7).  
Aparentemente, somos levados a pensar que os eventos físicos reforçam as crenças, porém verdadeiramente são as crenças que determinam os acontecimentos. As crenças formam a realidade fenomenológica. O nosso inteiro ambiente interno ou externo e o nosso destino são a materialização das nossas crenças. O nosso senso de humor, júbilo ou tristeza, saúde ou doença, tudo é cosequência das nossas crenças. Por exemplo, se acreditamos que uma determinada situação nos pode fazer infeliz, então, ela nos faz, e o sentimento de infelicidade reforça a situação infeliz. É um processo dinâmico que se reforça ciclicamente ou retroalimenta. Este processo que ocorre com as ideias e crenças negativas de criar a realidade ou experiência de vida, também, ocorre com as crenças positivas, ou seja, as que podem gerar e potencializar em nós os sentimentos de satisfação e felicidade.
Esta relação entre crença e realidade fenomênica está bem patente em passagens da “Sutra Sagrada Chuva de Néctar da Verdade” escrita de forma superiormente inspirada pelo Professor Masaharu Taniguchi:
Aquele que acredita ser jovem logo rejuvenescerá,
e aquele que se crê senil logo envelhecerá.
...
Em verdade, as forças maléficas,
a força que oprime a nossa vida,
a força que nos faz sofrer,
não são forças que realmente existem de modo objetivo:
nada mais são que dores criadas em nossa própria mente
e sofridas pela nossa própria mente.   
Quanto à infinita possibilidade de recriarmos positivamente a nossa experiência de vida, o Professor Masaharu Taniguchi enfatiza em outra obra bibliográfica:
No mundo mental, a crença cria muitas vezes um novo caminho. Ao acreditar sem qualquer sombra de dúvida que conseguiremos realizar algo bom, já estaremos dando partida ao processo que nos leva a dominar as circunstâncias da vida. (Reconstruindo a Vida Humana, pág. 203).
Uma coisa é certa: ninguém pode mudar por nós as crenças que mantemos, nem ninguém pode inculcá-las na nossa mente de fora para dentro. Nós só aceitamos o que queremos. Se acreditarmos em algo é porque escolhemos isso, após alguma consideração racional na mente consciente.
Em conclusão, você que me lê tem dentro de si a capacidade infinita de mudar as suas ideias sobre a realidade e acerca de si próprio(a), a partir da autoanálise das suas crenças, visando uma experiência de vida mais criativa e vivificante com maior significado para você e os outros com quem convive.
No próximo post veremos como podem ser realizadas essas mudanças.
Um grande abraço do Kabiá-Kabiaka.